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Trilhos do Lobo

Ano Internacional da Biodiversidade - 01Mai2010 04:12:00


Ano Internacional da Biodiversidade- ?DIA ABERTO? - Parque Nacional da Peneda-Gerês ? 7 de Maio
Integrado nas comemorações do Ano Internacional da Biodiversidade, promovidas pelo Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, o Parque Nacional da Peneda-Gerês promove um ?Dia Aberto? subordinado ao tema ?Serviços da Biodiversidade? que decorrerá no próximo dia 7 de Maio de 2010. Nesse dia, para além de um ciclo de conferências terá lugar um passeio comentado na Mata de Albergaria, classificada como Reserva Biogenética pelo Conselho da Europa (?Matas de Palheiros/Albergaria?), importante carvalhal que guarda espécies características da flora e fauna do Gerês bem como um troço de Via Romana com vários marcos miliários.
ProgramaCentro de Educação Ambiental do Vidoeiro, Lugar do Vidoeiro, 99, Caldas do Gerês.
0945h: Sessão de abertura pelo Dr. Lagido Domingos, Director do Departamento de Gestão de Áreas Classificadas do Norte; 10.00h: A biodiversidade e os serviços dos ecossistemas de Portugal, Prof. Doutor Henrique Miguel Pereira, Centro de Biologia Ambiental - Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa; 10.30h: ?Avaliação e monitorização dos ecossistemas e dos seus serviços às escalas regional e local?, Prof. Doutor João Honrado, CIBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos - Universidade do Porto; 11.00h: ?As Intervenções Territoriais Integradas um contributo para preservação da Biodiversidade?, Eng.ª Alda Brás, Direcção Regional de Agricultura de Entre Douro e Minho; 11.30h: Debate
À tarde, caso as circunstâncias meteorológicas o permitam, realizar-se-á um percurso pedestre na Mata de Albergaria (duração: 3h; aconselha-se o uso de calçado e roupa adequados) orientado pelos Prof. Doutor Henrique Miguel Pereira e Prof. Doutor João Honrado.
informações e confirmação de presenças: telef. 253 203 484

Fonte: http://trilhosdolobo.blogspot.com/2010/04/ano-internacional-da-biodiversidade.html

PR1 - TRILHO CIDADE DA CALCEDONIA - 25Mar2010 22:21:00

Os Caminheiros
O inicio do trilho


Placa informativa da Geira e marco Miliário

Tritão-palmado um anfíbio cada vez mais raro em Portugal
Trilho
A caminho da Calcedonia



So Qualidade

Que bom!!!!


Toca a subir
Fenda da Calcedonia




observar a mesma montanha por ângulos diferentes






Cidade da Calcedónia é um Trilho pedestre denominado pequena rota (PR), - constituído por traçados declivosos, que o tornam de elevada dificuldade.Este Trilho desenvolve-se nos territórios de Covide e de Campo do Gerês, os quais apresentam um enredo histórico-cultural marcante, pelas suas tradições comunitárias e antiguidades arqueológicas. Este traçado circular, pretende atingir o mítico sítio arqueológico denominado ?Fraga da Cidade?, que os eruditos seiscentistas imortalizaram com o clássico topónimo de Calcedónia.

Fonte: http://trilhosdolobo.blogspot.com/2010/03/pr1-trilho-cidade-da-calcedonia.html

NOVO REGULAMENTO DO (ICNB) TERMINA COM TAXAS DAS ACTIVIDADES DESPORTIVAS EM ÁREAS PROTEGIDAS - 06Mar2010 21:34:00

Novo regulamento do ICNB termina com taxas das actividades desportivas em áreas protegidas
O novo regulamento de taxas a cobrar pelos serviços prestados pelo Instituto da Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB) exclui o pagamento das autorizações para a maioria das actividades desportivas e visitação das áreas naturais protegidas. O documento, que entra em vigor , vem substituir uma portaria de Outubro, que motivou protestos por parte de montanhistas.
A portaria, hoje publicada em Diário da República, excluiu o pagamento de taxas devidas pelo acesso e visita a áreas classificadas e isenta os pedidos de autorização para a realização de actividades de lazer e educação ambiental apresentados por estabelecimentos de ensino e por pessoas colectivas de utilidade pública. As únicas actividades desportivas que continuam a pagar uma taxa de 200 euros pela sua autorização são as de competição.Festivais de música e outros espectáculos e feiras têm também de pagar uma taxa ao ICNB, mas o regulamento isenta as actividades recreativas ou culturais relacionadas com romarias, procissões, festas populares e festejos locais.Este documento substitui uma portaria de Outubro que estabelecia as taxas a pagar por serviços prestados pelo ICNB, que foi suspensa em Dezembro, por um período de três meses, depois de vários protestos de montanhistas e praticantes de desportos de montanha, com especial incidência no Parque Nacional da Peneda-Gerês.O novo regulamento altera os critérios de cálculo do valor da taxa, eliminando grande parte das variáveis ao valor a aplicar existentes na anterior portaria. São também clarificados quais os actos e actividades sujeitos ao pagamento de taxas, desde logo através de isenções aos pedidos relativos às actividades agrícolas, florestais e de pastoreio cuja área de intervenção seja inferior a um hectare. Também os pedidos de autorização para a realização de trabalhos de investigação científica e de monitorização com interesse para a conservação da natureza e da biodiversidade são isentados do pagamento de taxas. ATENÇÃO SEMPRE... REGRAS SIM !!!! TAXAS NÃO!!!




Fonte: http://trilhosdolobo.blogspot.com/2010/03/novo-regulamento-do-icnb-termina-com.html

GERÊS "fim de semana 13 e 14 de fevereiro" - 18Fev2010 01:16:00

Os caminheiros








Uma pausa para recuperar energias




Abrigo da Teixeira
Fonte gelada

Lagoa


Vale da Teixeira
Vale da Teixeira desenvolve-se em plena Serra do Gerês, ao longo de um percurso com cerca de 10 quilómetros. Tem início num caminho florestal próximo da Pedra Bela, ligando a um velho trilho que nos orienta, entre os meandros da serra, até chegarmos ao soberbo vale da Teixeira




Espelho da beleza fantástica do Parque Parque Nacional da Peneda-Gerês, o Miradouro da Pedra Bela, em Terras de Bouro, está situado a cerca de 800 metros de altitude. Este é um dos locais mais famosos do Gerês, e uma vez avistando a paisagem, percebe-se instintivamente o porquê. Montanhas, a albufeira da Caniçada, os rios que serpenteiam a serra, a confluência do Rio Cávado com o rio Caldo, a vegetação própria desta serra, ou a estonteante Portela do Homem? Estava tudo gelado Torneiros - Lobios




Visita ao Museu Etnográfico de São João do Campo PALHOÇA / Trajo de trabalho - Gabardina em palha de junco para se defender do frio e da chuva.

Tamancos e Enchadafotos tiradas no Museu




Muda de pele "Escamas" de Cobra
Pia de pedra Os espigueiros, também chamado canastros ou caniços



Fonte: http://trilhosdolobo.blogspot.com/2010/02/blog-post.html

A.R.C.A. CAMINHADA SOLIDARIA PELO HAITI - 10Fev2010 23:53:00

Todos os donativos angariados na inscrição reverterão 100 % a favor da AMI ? Assistência Médica Internacional, que fará da melhor maneira a aplicação destes fundos, junto do povo Haitiano em que neste momento todas as ajudas são poucas.
Os caminheiros


Ponte de Caminho de Ferro

Perto da igreja S. Bento da Várzea



Castelo de barcelos
Considerada Monumento Nacional a ponte Medieval de Barcelos é uma edificação gótica, do início do século XIV. Foi mandada construir por D. Pedro, o terceiro conde de Barcelos, e veio reforçar o papel de pólo comercial que Barcelos já havia conquistado. Em pedra e ainda sólida, liga o centro histórico de Barcelos a Barcelinhos.O rio Cávado é um rio do norte de Portugal que nasce na Serra do Larouco, a uma altitude de cerca de 1520 m, passa perto de Braga, Barcelos e desagua no Oceano Atlântico junto a Esposende, após um percurso de 135 km.
Parabéns á Associação Recreativa e Cultural de Arcozelo, sita no concelho de Barcelos, tem como escopo da sua acção a organização de eventos culturais, desportivos e recreativos.
Igreja do Bom Jesus da Cruz

Igreja de São José de Arcozelo



Fonte: http://trilhosdolobo.blogspot.com/2010/02/arca-caminhada-solidaria-pelo-haiti.html

PR9- TRILHO DOS CANOS DE ÁGUA - 02Fev2010 22:44:00

Os Caminheiros
A Basílica ou Templo do Sagrado Coração de Jesus, mais conhecido por Templo de Santa Luzia está situada no alto do monte deste nome, na cidade de Viana do Castelo, em Portugal, donde se vislumbra uma vista ímpar da região, que concilia o mar, o rio Lima com o seu vale, e todo o complexo montanhoso, panorama considerado um dos melhores do mundo segundo a National Geographic.
Início/Fim:Painel junto ao templo de Santa LuziaÂmbito: Âmbito: Panorâmico, Histórico, ambiental, paisagístico e desportivo Tipo de Percurso: De pequena Rota, circular, por caminhos tradicionais Distância a Percorrer: 10.2 kmDuração do Percurso: Cerca de 3 horasNível de Dificuldade: BaixoPontos assinaláveis: Canos de água, S. Mamede, Aldeia velha, Alto do Frade e Casinha do Radar Carta militar: Folha 40; Escala 1/25.000
vista para o rio lima
canos de água






As formigas no carreiro



Garrano
ja todos pedem arroz
fantastico Miradouro - Casinha dos Aviões







Este PR tem assim o seu início em frente do templo, junto do painel referente ao percurso, que deverá ser de consulta obrigatória.Inicie o percurso, seguindo ao longo do muro que ladeia a estrada no sentido N até junto de uma casa em ruínas, local de onde parte um caminho florestal por onde terá de seguir.
Desça ao longo deste caminho, sem desvios, até chegar junto de dois arcos pedra ? Arcos do Fincão. Por cima deles passam canos de água, captada em minas da serra que continuam ainda hoje a abastecer depósitos de Viana.
Após passar sob o primeiro destes arcos, vire à direita no sentido N, e o percurso segue por cima do cano, até encontrar outro arco, no qual, pelo lado de baixo e junto ao pequeno ribeiro (seco no Verão), poderá ver um pequeno moinho e a entrada de uma antiga mina de água rasgada na rocha.
Retome o percurso, por cima do cano, sob denso arvoredo, até encontrar uma pequena ?casinha da água?. Existe um desvio para a direita de acesso a nova mina de água, que poderá visitar.
Continue o percurso junto da ?casinha da água? ,no sentido NE e não deixe de observar o tipo de construção destes canos.Um pouco mais acima, após ligeira subida, cruze um estradão. Continue sobre o cano até atingir um novo estradão, junto de um pequeno pontão sobre um ribeiro, local em que poderá ver (abaixo à esquerda) as ruínas da ?Azenha Velha? e, em tempo de chuva, uma queda de água.
Volte ao estradão, siga em frente no sentido N, até atingir a estrada em alcatrão. Siga ao longo da mesma para a direita (E), até atingir o pequeno mas castiço lugar de S. Mamede, que pertence à freguesia de Areosa, com a sua capelinha onde no mês de Agosto se realiza a Festa do Mel.
Continue ao longo da estrada, atravesse o lugar e verá abaixo, sobre o lado esquerdo, um ribeiro com um pequeno pontão que terá de atravessar, seguindo entre muros, até junto de ruínas, que indicam o local da ?Aldeia Velha?, origem do povoado de S. Mamede.Se quiser, siga o caminho para a esquerda, continue até encontrar uma bifurcação para a direita, entre muros carregados de musgo, até chegar ás ruínas de uma antiga capela (supõe-se ter sido este local um retiro de monges)
Volte atrás à bifurcação e siga em frente até atingir a estrada em alcatrão. Vire à esquerda e suba até novo cruzamento. Vire à esquerda e caminhe ao longo da estrada alcatroada, até outro cruzamento de estradas, onde inverte o sentido de marcha seguindo por estradão em terra batida.
Passará junto do marco geodésico da ?Bouça do Frade? continuando até chegar ao ?Alto do Frade?, onde no edifício aí abandonado, esteve para ser instalado um posto de controle aéreo durante a 2ª Grande Guerra ? Casa do Radar (casinha dos aviões). Daqui poderá desfrutar de uma vista panorâmica sobre a cidade de Viana e o vale do Rio Lima.
Agora o estradão desce de forma mais acentuada, sempre entre denso arvoredo, até atingir a estrada de alcatrão, por onde vai seguir, virando à esquerda. Mais à frente, junto a nova bifurcação, vire à direita e siga um caminho em terra, até à casa florestal da ?Carreira de Tiro?, local onde existe miradouro com vista sobre o mar.
O percurso segue agora ao longo da estrada em alcatrão, passando junto ao edifício da carreira de tiro. Mais à frente, terá de abandonar a estrada , e seguir um trilho assinalado para a direita, que o vai levar até à torre do depósito de água para a cidade.Desça depois à estrada principal calcetada em paralelo onde vira à esquerda, passando junto da ?citânia de Santa Luzia?. Conhecida localmente por ?Cidade Velha?, é um dos castros mais conhecidos do Norte de Portugal e sem dúvida um dos mais importantes para o estudo da proto-história e romanização no Alto-Minho.
Continue em frente até chegar à zona do templo, final deste percurso.

Fonte: http://trilhosdolobo.blogspot.com/2010/02/pr9-trilho-dos-canos-de-agua.html

- 12Dez2009 15:58:00

REGRAS SIM !!! TAXAS NÃO!!!

Fonte: http://trilhosdolobo.blogspot.com/2009/12/re.html

MARCHA SILENCIOSA - 11Dez2009 23:37:00


APARECE E TRÁS MAIS AMIGOS.
COM ROUPA PRETA E O TEU BATON COM UMA FITA PRETA
Marcha silênciosa em protesto contra a injustiça da Portaria 1245/2009 (que institui o pagamento de uma taxa de 200? por cada autorização de actividades ou caminhadas no PNPG) dia 12 de Dezembro pelas 9h30 em Braga. Encontro no Arco da Porta Nova.

Fonte: http://trilhosdolobo.blogspot.com/2009/12/marcha-silenciosa.html

PASTOR BELGA - 09Dez2009 03:59:00

AS QUATRO VARIEDADES DE PASTORES BELGAS
GROENENDAEL
TERVUREN
MALINOIS
LAEKENOIS
O Pastor Belga é uma raça de porte grande e que possui quatro variedades: Groenendael,
Malinois, Tervuren e Laekenois. É um cão de guarda elegante, robusto, de cabeça erguida e de olhar esperto. É muito resistente a variações climáticas e apesar de sua origem como cão de pastoreio, é um eficiente cão de defesa e guarda.Possui quatro diferentes pelagens, porém todos os Pastores Belgas são inteligentes e possuem o faro aguçadíssimo. Além disso, são carinhosos com os donos e extremamente familiares. Adoram brincar e estar próximos a crianças.O Pastor Belga Groenendael é a variedade de pêlo longo e preto. Tornou-se muito popular como cão de forças policiais, tendo atuado com sucesso na Primeira Guerra Mundial. Valente, destemido e independente, embora apegado a seu dono, requer pulso forte em sua educação, como todo cão de trabalho e guarda.O Pastor Belga Malinois é a variedade de pêlo curto. A cor da sua pelagem é fulvo encarvoado com máscara preta. Desenvolvido na região de Malinois, é o mais popular dos pastores na Bélgica. Tem como qualidades a excelência na guarda, a lealdade, a devoção ao dono e a inteligência. É utilizado por equipas policiais de vários países. O temperamento é estável, porém, o Malinois mostra-se desconfiado com estranhos. O Pastor Belga Malinois está presente no Guiness Book, o livro dos recordes, como o maior farejador de drogas já registrado.O Pastor Belga Laekenois tem pêlo duro caracterizado pelo grau de aspereza e rusticidade por todo o corpo. Aço é fulvo com traços de encarvoados, principalmente no focinho e cauda. É o mais ciumento de todos.O Tervuren apresenta pelagem longa e de coloração mesclada. É obediente, alerta e como os outros inteligente. Cheio de energia, ele precisa de exercícios físicos e mentais diariamente para manter seu bem-estar. É excelente cão de pastoreio, podendo também ser utilizado para guarda.Em geral, o Pastor Belga mede de 56 a 66 cm e o seu peso varia de 25 a 36 kg.
Origem e História
O Pastor Belga, nas suas quatro variedades, é conhecido na maior parte do mundo como Groenendael ou Cão de Berger Belge e sua origem data de antes de 1500.Por volta de 1890, uma comissão de membros de clubes de raças e veterinários juntou forças para determinar se havia um cão pastor de origem verdadeiramente Belga.O professor Adolphe Reul e seu grupo, concluíram que em sua província havia um tipo consistente de pastores, anatomicamente idênticos, mas diferindo na textura da pelagem, cor e comprimento do pêlo. Nas outras oito províncias os resultados foram similares e entre 1891 e 1901 o Pastor Belga foi registrado pela Sociedade Real de São Humberto.O Pastor Belga de pelagem negra e longa deve sua existência a Nicolas Rose, restaurador e dono do Castelo Groenendael, nos arredores de Bruxelas. Ele adquiriu um casal (Picard d'Ucle e Petite) que junto com seus descendentes (filhos, netos, etc.) foi a base do tronco de formação desses lindos pastores negros. Como justa homenagem em 1910 a variedade foi oficialmente nomeada Groenendael.O Pastor Belga tornou-se muito popular, por ser um cão muito versátil, e de inteligência aguçadíssima. Ele é um cão de múltiplas funções, pois além de pastor é um grande companheiro, guarda e policial, fazendo patrulhas, buscas, servindo de mensageiro e até puxando trenós.



Fonte: http://trilhosdolobo.blogspot.com/2009/12/pastores-belgas.html

- 09Nov2009 21:46:00



Para se inscrever no PLP, registe-se em http://limparportugal.ning.com/
Projecto Limpar Portugal
Vivemos num país repleto de belas paisagens mas, infelizmente, todos os dias as vemos invadidas por lixo que aí é ilegalmente depositado.
Partindo do relato de um projecto desenvolvido na Estónia em 2008, um grupo de amigos decidiu colocar ?Mãos à Obra? e propor ?Vamos limpar a floresta portuguesa num só dia?. Em poucos dias estava em marcha um movimento cívico que conta já com cerca de 6000 voluntários.
Neste momento já muitas pessoas acreditam que é possível. O objectivo é juntar o maior número de voluntários e parceiros, para que todos juntos possamos, no dia 20 de Março de 2010, fazer algo de essencial por nós, por Portugal, pelo planeta, e pelo futuro dos nossos filhos.
Muito ainda há a fazer, pelo que toda a ajuda é bem vinda!
Quem quiser ajudar como voluntário só tem que consultar o sítio do projecto na internet, www.limparportugal.org, onde tem toda a informação de como o fazer.
O projecto Limpar Portugal também está aberto a parcerias com instituições e empresas, públicas e/ou privadas, que, através da cedência de meios (humanos e/ou materiais à excepção de dinheiro) estejam interessadas em dar o seu apoio ao movimento.
No dia 20 de Março de 2010, por um dia, vamos fazer parte da solução deixando de ser parte do problema.
?Limpar Portugal? Nós vamos fazê-lo! E tu? Vais ficar em casa?"



Fonte: http://trilhosdolobo.blogspot.com/2009/11/limpar-portugal.html

De vez em quando há coisas maravilhosas que valem a pena partilhar. - 11Out2009 01:42:00


Foto da frente de combate ao incêndio que devastou a Austrália."Quem não entende um olhar, muito menos entenderá uma longa explicação.."Olhem a troca: olhar, gesto....maravilhoso! O universo é um, não importa se somos um monte de átomos que forma a espécie (animal) humana, vegetal, estrelar..... somos poeira atômica do mesmo sistema, do mesmo universo, não somos nem mais nem menos. O que nos faz maior ou menor é isso, esse gesto lindo que vem da chama divina que cada um possui dentro de si.



Fonte: http://trilhosdolobo.blogspot.com/2009/10/de-vez-em-quando-ha-coisas-maravilhosas.html

Não é um lábio ou um olho o que chamamos de beleza, / Mas a força global e o resultado final de todas as partes. - 23Ago2009 17:19:00

Aumento do nível dos oceanos: com o aumento da temperatura no mundo, está em curso o derretimento das calotas polares. Ao aumentar o nível da águas dos oceanos, podem ocorrer, futuramente, a submersão de muitas cidades litorâneas; Crescimento e surgimento de desertos: o aumento da temperatura provoca a morte de várias espécies animais e vegetais, desequilibrando vários ecossistemas. Somado ao desmatamento que vem ocorrendo, principalmente em florestas de países tropicais (Brasil, países africanos), a tendência é aumentar cada vez mais as regiões desérticas em nosso planeta;
Aumento de furacões, tufões e ciclones: o aumento da temperatura faz com que ocorra maior evaporação das águas dos oceanos, potencializando estes tipos de catástrofes climáticas; Ondas de calor: regiões de temperaturas amenas tem sofrido com as ondas de calor. No verão europeu, por exemplo, tem se verificado uma intensa onda de calor, provocando até mesmo mortes



Fonte: http://trilhosdolobo.blogspot.com/2009/08/blog-post.html

PARQUE NATURAL DO TEJO - 15Ago2009 03:49:00

Parque Natural do Tejo Internacional festeja 9º aniversário
No dia 18 de Agosto de 2009, em Castelo Branco, no Centro de Interpretação Ambiental, recentemente inaugurado, o Parque Natural do Tejo Internacional festeja o seu 9º aniversário.
Programa:
10h ? Sessão de abertura ? Eng. Armando Carvalho
10h 30m ? Visita à exposição temática do Centro de Interpretação Ambiental ? Eng. Célia Teixeira
11h 30m ? pausa para café
11h 45m ? Condicionalismos inerentes à aplicação do Plano de Ordenamento do Parque Natural do Tejo Internacional ? Eng. Armando Carvalho / Dr. Fernando Queirós
12h 15m ? Nova legislação inerente à prática de actividades de animação ambiental em Áreas Protegidas ? Eng. Marco Gomes
13h ? Debate
13h 30m ? Sessão de encerramento.
Áreas Protegidas
PN Tejo Internacional

Fonte: http://trilhosdolobo.blogspot.com/2009/08/parque-natural-do-tejo.html

PELOS CAMINHOS DO VALE D´ESTE PERCURSO PEDESTRE | 12 SETEMBRO? - 06Ago2009 02:31:00


Encontram-se abertas as inscrições para o percurso pedestre " Monte-Fralães / Cambeses", num total de 12 km. O percurso desenrola-se essencialmente em caminhos rurais e de terra batida . É um percurso de dificuldade médiaútem como pontos de interesse capitais a paisagem da veiga do rio Este nas freguesias de Viatodos e Cambeses. Do ponto de vista patrimonial destaca-se o santuário da Senhora da Saúde ( local de inicio), a Igreja Paroquial de Viatodos, a Igreja Paroquial de Fonte Coberta, a capela de Santa Luzia ( Carreira) e o espelendoroso escadário da Paixão em Cambeses, onde se realiza uma das mais importantes procissões de passos da Diocese de Braga.

Os interessados em participar devem fazer as inscrições até 9 de Setembro no posto de Turismo de Barcelos (inscrições limitadas a 55 pessoas)

O percurso insere-se na parceria dos serviços de turismo do Municipio com a Associação "Amigos da Montanha" para a dinamização do pedestrianismo no concelho.

Barcelos em movimento.

Barcelos Turismo


Fonte: http://trilhosdolobo.blogspot.com/2009/08/pelos-caminhos-do-vale-deste-percurso.html

"PREVENÇÃO" NOVE MIL AJUDAM A PREVENIR FOGOS - 18Jul2009 19:32:00

terrenos nas florestas para evitar incêndios. Alguns recebem 12 euros por dia, outros fazem-no de graça.
Nove mil jovens vão este ano vigiar as florestas, limpar aceiros e caminhos de acesso a pontos de água, alertar as populações para o risco de fogos e ajudar à manutenção dos parques de lazer. Desde 2005 que o Instituto Português da Juventude (IPJ) promove o programa Voluntariado Jovem para as Florestas, mas no terreno há várias acções, todas com o mesmo objectivo: garantir que o fogo se mantenha longe destas áreas.
O programa chama os jovens, com idades entre os 18 e os 30 anos e por um mínimo de 7 dias de vigilância nas florestas, pelo qual recebem 12 euros e um seguro de acidentes.
Em Vieira do Minho, no Parque Nacional da Peneda-Gerês, o programa "vai já na segunda edição e tem dado frutos". Tanto que "há jovens que repetem a presença", afirma Manuela Guedes, responsável pelo Gabinete Florestal da autarquia, que é parceira do IPJ nesta iniciativa.
"Os jovens gostam da experiência, que lhes permite um contacto assíduo com a natureza" e outros há que "são atraídos pelo dinheiro. Aproveitam as férias para ganhar experiências novas e juntar um pecúlio", conclui.
No outro extremo do País, a iniciativa tem outros contornos, mas mantém o espírito. Em Loulé, as florestas "são vigiadas por meia centena de jovens que fazem a prevenção e detecção de fogos florestais, informam as populações sobre a limpeza dos terrenos e interagem com os mais idosos e isolada que os recebe muito bem", afirma a responsável pelo programa Teresa Laginha.
Aqui a promotora é a autarquia de Loulé e "os jovens não recebem qualquer dinheiro. Recebem a alimentação, uma T-shirt e uma mochila, bem como um boné", adianta. E "cada brigada realiza a vigilância durante uma quinzena" conclui a responsável.
Em Cascais, o programa Natura Observa junta mais de três centenas de voluntários que participam em acções de protecção da natureza no Parque Natural de Sintra Cascais.
O vice-presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras, salienta "a grande adesão ao programa, que demonstra o sucesso no envolvimento dos jovens na preservação dos recursos naturais do concelho". Cabe-lhes fazer o patrulhamentos nas matas da serra de Sintra e efectuar "um conjunto de trabalhos florestais, como limpeza de matos e controlo de acácia para reduzir o risco de incêndio", diz.
O Voluntariado Jovem para as Florestas dura até 30 de Setembro. Na inscrição os voluntários assinam uma "declaração de honra" em como não cometeram "nenhum crime contra a natureza".

Fonte: http://trilhosdolobo.blogspot.com/2009/07/prevencao-nove-mil-ajudam-prevenir.html

TRITÃO-PALMADO - 17Jul2009 13:35:00


Tritão-palmado
Um anfíbio cada vez mais raro em Portugal
por MARIANA CORREIA DE BARROS
Ameaça. A drenagem de pântanos e pauis, para a agricultura, e a poluição de pequenas ribeiras e lagoas estão a fazer diminuir rapidamente o número de tritões-palmados, alerta o ecologista Vasco Cruz, que está a realizar um trabalho de conservação de anfíbios e répteis
O futuro dos anfíbios é de catástrofe - 40% das espécies correm risco de extinção. O tritão-palmado encontra-se nesta estatística negra. Apesar de não estar ainda muito ameaçado, as rápidas alterações climáticas, a destruição de habitats e a poluição das águas onde habita estão a fazer diminuir rapidamente o seu número.
O tritão-palma- do (Triturus helveticus), que deve o nome às membranas interdigitais que desenvolve durante o período de reprodução, nos meses de Novembro. Escolhe essencialmente áreas húmidas, com algumas massas de água, como pântanos e pauis, pequenos ribeiros e lagos onde a água corre pouco. "A destruição destas zonas - por exemplo, através da drenagem para criar terrenos agrícolas - é uma das principais ameaças", diz Vasco Cruz, ecologista, que está, neste momento, a fazer um trabalho de conservação de anfíbios e répteis em Portugal.
A introdução de espécies exóticas no habitat dos tritões veio agravar a situação. "Pequenos peixes vermelhos, ou laranjas, chamados pimpões, alimentam-se dos ovos dos tritões, salamandras ou sapos", explica o ecologista.
Nos meses que passam na água, são activos durante todo o dia; na sua fase terrestre, em que habi-tam debaixo de pedras ou troncos, são vistos apenas à noite. "Saem somente para se alimentar e durante o dia ficam protegidos. Como são anfíbios, têm a pele húmida e não podem apanhar sol, por isso mantêm-se escondidos."
São animais que vivem em média 12 anos e demoram três anos a atingir a maturidade sexual. Quando os ovos eclodem, cerca de 15 dias depois da fecundação, nascem pequenas larvas que ficam na água entre quatro a cinco meses.
O seu tempo de desenvolvimento depende da abundância de comida e da temperatura da água, que influencia a quantidade de oxigénio. "A larva pode ficar pronta a sair da água em apenas um ou dois meses ; mas se a água for fria e houver quantidade de comida em abundância, pode viver dentro de água quase até Novembro."
No fim da fase larvar, o tritão-palmado perde as brânquias e passa a ter uma respiração pulmonar. "É a sua última transformação e a mudança de larva para juvenil. Torna--se então um tritão-palmado em miniatura, com somente dois centímetros", explica Vasco Cruz.
O tritão-palmado é uma das espécies de maior distribuição no mundo, mas em Portugal existe em número reduzido. Não se sabe ao certo quantos. No Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal surge como "uma espécie insuficientemente conhecida". Pode ser observada no Noroeste português, nomeadamente na serra da Lousã, e do litoral do Mindelo para norte, até ao Gerês. Não se encontra em mais lado nenhum de Portugal, e, das três espécies que existem no País, é o mais raro.
Mas apesar de pouco conhecido, o tritão-palmado tem um papel importante na natureza. Na Galiza, por exemplo, chamam-lhe limpa fuentes, porque se sabe que onde esta espécie habita a água é sempre limpa. "Para além de bons bioindicadores, comem uma série de insectos e as larvas também se alimentam de detritos".
Apesar disso, em Portugal pouco ou nada está a ser feito no sentido de preservar a espécie. Uma das raras excepções é a Associação de Amigos do Mindelo, que recentemente tem feito um esforço no sentido de proteger as espécies de anfíbios e répteis que ali habitam.
"É realmente urgente tomar medidas para preservas os anfíbios, porque as alterações climáticas, associadas à destruição da natureza pela mão do homem, podem forçar uma rápida extinção de muitas espécies", conclui Vasco Cruz.

Fonte: http://trilhosdolobo.blogspot.com/2009/07/tritao-palmado.html

PERCURSO"ENTRE O CÁVADO E O ATLANTICO 04.07.2009 - 05Jul2009 01:32:00

O Cávado e o Atlântico moldaram o carácter desta terra ribeirinha, as suas gentes, desde cedo, aprenderam a conhecer o pulsar das águas e descobrem que será esse o seu percurso de vida.
Início do Percurso
A Ponte de Fão é uma maravilhosa ponte existente sobre o Rio Cávado! Esta ponte localiza-se na freguesia de Fão no concelho de Esposende. Esta ponte é bastante conhecida devido às suas ligações para Viana do Castelo e outros locais a destacar! Foi inaugurada a 7 de Agosto de 1892.A Ponte desde 2005 esteve em obras, mas as mesmas acabaram no Verão de 2008!É uma fabulosa ponte de ferro por onde podem passar e visitar várias vezes!
Respeite a Natureza, não deixando marcas da sua passagem
Rio Cávado
Parque Natural Litoral Norte desde 2005, foi outrora Área de Paisagem Protegida do Litoral de Esposende (APPLE), criada a 17 de Novembro de 1987, segundo o Decreto-Lei 357/87, e ocupando uma área de 476 hectares.A orla marítima compreendida entre a foz do Neiva e a povoação da Apúlia - o litoral de Esposende - é constituída por um cordão de praias e dunas, de grande instabilidade e risco de erosão, ao qual se associam rochedos costeiros, os estuários dos rios Cávado e Neiva, manchas de pinhal, paisagens rurais e vários aglomerados populacionais.Estas areias do litoral minhoto foram colonizadas graças ao sargaço e ao pilado extraídos das águas do mar e empregues como adubo.Cavando a terra ou recolhendo algas e crustáceos, os camponeses e pescadores do litoral trouxeram à cultura areais dantes estéreis e despovoados, onde progressivamente se foram erguendo as casas e fazendo os lugares. São Bartolomeu do Mar, a sul da foz do Neiva, Marinhas, Esposende e a costa de Fão, a Gramadoira, Sedovem e finalmente a Apúlia são outros tantos locais em que, até um passado quase presente, se praticava a apanha de algas marinhas.Associados a toda esta actividade marinha estavam os campos em "maceiras" ou "gamela", escavados alguns metros até ao nível da toalha freática, de modo a criarem-se as condições microclimáticas que possibilitassem, com a incorporação de adubo marinho, uma policultura intensiva. Hoje em dia, a costa do sargaço e do pilado deixou de o ser; o litoral de Esposende está voltado para um turismo que tira partido da presença do mar, das areias das praias, das dunas, das matas e das serranias próximas.Tudo começa nas dunas que constituem uma faixa contínua e estão particularmente desenvolvidas nas zonas de Fão e da Apúlia, povoadas por espécies vegetais comuns a outras zonas costeiras do litoral português. Assim, na zona pré-dunar surgem a eruca-marítima e o cardo marítimo, a duna, o estorno, o cordeiro-da-praia e a soldanela. Na depressão subsequente à duna primária surgem algumas espécies precursoras do mato, como o saganho-mouro. Entretanto, a introdução do chorão e da acácia elimina ou faz perigar a vegetação natural. Na proximidade das dunas, na sua retaguarda, surgem os povoamentos de pinheiro-bravo, semeados a fim de fixarem as areias.O cordão litoral representa, para além de um valor ecológico, abrigo para um determinado número de espécies animais e vegetais que dele dependem e um elemento de protecção, quer em relação às águas do mar, quer, resguardando-os do vento, dos diversos ecossistemas interiores, nomeadamente os campos cultivados.Neste contexto, a vegetação dunar desempenha um papel fundamental, na medida em que representa o melhor estabilizador das areias litorais, daí decorrendo boa parte da importância da sua conservação.Estabelecendo a ligação entre os sistemas dunares a norte e a sul do rio Cávado, estende-se o estuário deste rio, que, juntamente com o do Neiva, de menores dimensões, desempenha um papel importante na manutenção do equilíbrio ecológico da área. Os sapais contribuem de forma importante para tal fim, devido à diversidade de funções que desempenham. No Cávado e no Neiva encontram abrigo variadas espécies animais, pertencentes quer à fauna ictiológica - lampreia, salmão, truta marisca, sável e enguia - quer à avifauna - pato-real e andorinha-do-mar.Devido, por um lado, às ondas e correntes e aos ventos e, por outro, à exploração de areia nas praias, nos estuários e nos canais, à construção de defesas nas praias e à construção de estruturas no cordão litoral, tem-se verificado que este último se tem vindo a reduzir. A arriba de Ofir e os esporões construídos junto à foz do Cávado, em Pedrinhas e na Apúlia, representam outros tantos obstáculos artificiais cujas consequências são já visíveis.
Junto ao rio Cávado, numa das mais belas regiões de turismo de Portugal, encontra-se a Estalagem Parque do Rio, no pinhal de Ofir, próximo da praia.
Clube Náutico de Ofir
Cávado e o Atlântico
vista sobre o Atlântico
Ao longe as Torres de Ofir, que em minha opinião, não favorecem a paisagem
As três Aberrações
praia de ofir
Axis Ofir Beach Resort Hotel
O Facho da Senhora da Bonança funcionou como farol para os navegantes até que novas dunas se formaram entre a sua localização e a costa, tornando-o inútil. É um edifício do século XVI, construído em cantaria.Muito perto encontramos a Capela da Senhora da Bonança, onde os homens do mar vêm pedir protecção para a actividade piscatórias e maritimasOs característicos moinhos de vento espalhados ao longo do areal da Apúlia, singelas construções


Fonte: http://trilhosdolobo.blogspot.com/2009/07/percursoentre-o-cavado-e-o-atlantico.html

CAMINHO PORTUGUÊS DE BARCELOS A SANTIAGO DE COMPOSTELA DE BICICLETA - 01Jul2009 02:45:00

Aceita o meu conselho e sai pelas sete horas da Colegiada de Santa Maria Maior, mas tem em conta que há sinalização dentro da cidade que te desvia do caminho que te propomos. Passas junto à Torre de Menagem da Porta Nova e à Igreja do Senhor Bom Jesus da Cruz, atravessas o Campo da Feira e tomas a N103 para Viana, passando por cima da circular de Barcelos. Antes de chegares a Abade de Neiva sais à direita, para Ponte de Lima e abandonas a estrada nacional porque o itinerário, agora, apoia-se apenas em caminhos rurais. No Espírito Santo, na freguesia de Vila Boa, terás que fazer um pequeno desvio para cruzares a linha ferroviária do Minho, mas depois segues de novo o caminho original até à portela de S. Fins do Tamel, por onde entras no Vale do Neiva.
É aqui no Vale do Neiva que o Caminho, embora perfeitamente conhecido, apresenta mais constrangimentos pontuais, que impõem o recurso a troços alternativos. E um deles é já no seguimento da Capela da Senhora da Portela, pelo que tomarás de novo a N306 durante 600 metros, virando depois à esquerda para a Igreja nova de Aborim.
Descendo sempre chegas ao rio Neiva, que atravessas na Ponte das Tábuas e logo a seguir à vila de Balugães, no sopé da Senhora da Aparecida, concorrida romaria do Alto Minho. Ainda será cedo para almoçares, mas podes descansar um pouco e aprovisionar comida para uma refeição ligeira, pois não terás mais lojas disponíveis até ao fim do dia.
A partir de Balugães farás uns seis km até à portela da Facha, entrando e saindo na estrada nacional em busca de alternativas ao troços já comprometidos. E é nesta portela que tens a transmutação para o Vale do Lima. Num magnífico percurso correrás a Facha, a Seara e a Correlhã e ficarás maravilhado quando entrares em Ponte de Lima pela Avenida dos Plátanos, junto ao rio, ao crepúsculo do ocaso.
Pontos de Interesse
Passeio junto à Câmara
Ruínas num campo de milho
Cruzeiros
Cruzeiro do Espirito Santo, depois de Vila Boa Cruzeiro na bifurcação para Ponte de Lima
Igrejas
Capela de Santa Cruz
Capela do Espirito Santo
Igreja de Santa Maria Maior
Igreja do Senhor da Cruz
Ponte das Tábuas
Aguiar / Balugães
Esta ponte em cavalete que faz a travessia do rio Neiva, aparecia já documentada em 1135. Pelo nome, a construção original seria em madeira. A actual construção datará dos meados do século XVI.


Sem querer alarmar, devo dizer-te que a jornada é a mais dura do caminho, quer pela sua irregularidade, quer pela sua extensão. Prepara um farnel para o almoço, aponta a saída da Igreja Matriz para as sete horas e dirige-te pelas vielas do burgo medieval até ao Largo de Camões, onde desemboca a formidável ponte romano/gótica de 22 arcos. Por ela transporás o rio Lima. Entre os dois tramos da ponte, ao passares junto à igreja de Santo António da Torre Velha, repara numa pequena capela medieval aberta, que é dedicada ao Anjo da Guarda. Nos seus sete séculos de existência já viu passar, como a ti, muitos e muitos milhares de Peregrinos.
Chegado à Além da Ponte viras à esquerda e entras de novo no mundo rural. Primeiro, a freguesia de Arcozelo, de feição marcadamente agrícola, mas a partir da Labruja começa a escassear a lavoura com a pendente da serra, que se cobre de arvoredo até à Portela Pequena. São estes dois quilómetros da vertente da Labruja os mais extenuantes de todo o Caminho, justificando uma alternativa para os ciclistas que não queiram transportar a bicicleta às costas. A meia encosta recupera o fôlego junto à Cruz dos Franceses, que assinala o local onde a população emboscou os retardatários do exército de Napoleão, na invasão de 1809. E depois trepa o que falta até à casa da Guarda Florestal, onde acharás uma bica de fresquíssima água.
Por esta portela entras na bacia do rio Minho pelo Vale do Coura, seu afluente em Caminha. Vais portanto começar a descer, o que farás por Aqualonga e Rubiães, que facilmente identificas pela sua bela igreja românica. É um bom local para descansares e desembrulhar o farnel do almoço. Depois, continuas a descer até à ponte romana e desde já te previno que dificilmente lá chegarás de pé enxuto, porque a água, até no Verão, corre a rodo pelo caminho.
Passado o Coura sobes de novo, mas agora suavemente, até S. Bento da Porta Aberta, outro local de afamada romaria. Procura a igreja e à sombra das suas árvores, descansa um pouco antes iniciares a descida para Fontoura. Na passagem por Cerdal e, sobretudo, quando entrares de novo na N13, varrida por intenso tráfego, vais-te ressentir, muito provavelmente, do cansaço da jornada, mas anima-te, que estás apenas a três quilómetros de Valença.
Chegado a Valença tens duas opções possíveis. Ou terminas aqui a jornada, ainda com tempo de visitares a cidadela e resolver o problema do alojamento, ou andas mais dois quilómetros e vais pernoitar a Tui no Albergue de Peregrinos ( atrás da Catederal).
Pontos de Interesse Portão Quinta da Sabadão
Cruzeiros
Cruzeiro, depois de Sabadão
Pontes
Cruzando o rio Lima
Travessia do Lima, pela ponte romano-gótica
À vista do Arco da Geia Arco da Geia (Ponte romana-medieval)
Igrejas
Capela do Anjo da Guarda
O PESSOAL E DONA MÁRCIA
FONTE DAS TRÊS BICAS
Se decidiste ficar em Valença, atravessas agora o Minho na ponte metálica (antes de haver ponte os Peregrinos atravessavam o rio de barco entre os cais do Arinho de Lavacuncas, o que ainda hoje pode ser feito) e dirige-te à Sé Catedral
Apresta-te a sair da Catedral pela oito horas. Vais passar pelo túnel do Convento das Clarissas e, já fora de muros, pelas igrejas de Santo Domingo ( da pérgola do jardim tens a mais bonita vista sobre Valença e Tui)e San Bartolomé. Desces depois à ponte da Veiga, mas não a passas, sais à esquerda por um caminho de terra, atravessas a linha férrea e a autovia, passas a Capela de Virxen do Camino e chegarás a um dos troços mais bonitos do percurso - o vale do Louro. É tão bonito que nem te apercebes que este rio é o fétido efluente das indústrias transformadoras de Porriño. Aqui, remanso da ponte das Febres morreu com a peste há 750 anos o Bispo de Tui San Telmo, no regresso de uma peregrinação a Santiago.
Depois deste bucólico percurso tem início, à saída de Orbenlle, o mais árduo troço de todo o caminho - a travessia do Polígono Industrial e a entrada de Porriño pela estrada nacional, que representa cinco quilómetros em via asfaltada com intenso tráfego de pesados. É, portanto, bem vinda uma pausa nesta cidade, onde podes almoçar e temperar o ânimo para a segunda parte da jornada.
Pela mesma estrada por onde entraste sairás agora da cidade, rumo ao norte. Trata-se da N550, que anda sempre paralela ao Caminho a te servirá de referência até Santiago de Compostela.
Vais passar junto ao Pazo de Mos e aí respira fundo, porque terás de subir a íngreme Rua dos Cavaleiros, continuando depois para Santiaguiño de Antas ( marco miliário romano da via militar XIX Braga - Astorga) e Chan das Pipas. Aqui, ficarás surpreendido com uma larga panorâmica sobre a Ria de Vigo. Tens uma fonte à disposição. Mata a sede e descansa uns minutos porque a descida que se aproxima é violenta. Mas não desanimes, estás muito perto de Redondela e espera-te um bom Albergue ( Torre do Relógio, no meio da cidade ) para um merecido repouso.


Contudo, antes de deixares Redondela faz uma visita à Igreja românica de Santiago, a primeira matriz do Caminho Português dedicada ao Apóstolo.
Sais agora da N550, que deixas, ainda nos subúrbios da cidade para tomar a poente um caminho secundário que passa sobre a linha férrea e que cruzará de novo com a estrada nacional levando-te, depois de uma pequena subida, a uma área de repouso com uma boa fonte em Outeiro de Penas.
Subirás ainda mais um pouco até ao Alto da Lomba, um local dominante com uma excelente vista sobre a Ria de Vigo, voltando a descer até à já tua conhecida N550, que te levará a Arcade, onde hás-de voltar um dia para comeres as melhores ostras da Galiza.
Entre Arcade e Pontesampayo, desagua o rio Verdugo na Ria de Vigo. Para o vencer vais percorrer uma extensa ponte medieval, que foi palco de uma das mais sangrentas batalhas da campanha de 1809, contra as divisões de Napoleão comandadas pelo Marechal Ney e que se dirigiam para Portugal. Foi tal a ferocidade que ainda hoje a população local põe aos cães os nomes dos generais Franceses.
Chegado a Pontesampayo é tempo e lugar para um merecido descanso. Procura um bar à boca da ponte e pede uma cidra de caña .
Animado com o descanso, vais ter agora oportunidade de percorrer um dos troços mais bonitos do Caminho. Mas primeiro terás que atravessar um labirinto de ruelas do aglomerado de Pontesampayo. Desces então, até ao rio Ullo, que passarás sobre o extradorso de um arco de volta inteira, com um cenário natural de rara exuberância, voltando a subir, agora, uma velhíssima calçada que trepa a encosta da Canicouba até Cacheiro.
Passada a área montanhosa o caminho alarga-se de novo, correndo campos, vinhas e pomares até à periferia de Pontevedra, que se adivinha já com a multiplicação de casas e a agitação urbana.
À entrada da cidade, junto à estação dos caminhos de ferro (RENFE), tens o albergue à tua espera e tempo de sobra para almoçares e percorrer durante a tarde o belíssimo centro histórico de Pontevedra.
Igreja da Virxen Peregrina, uma das grandes referências do Caminho Português. Atravessas depois a cidade velha até à milenária ponte de O Burgo, por onde atravessas o rio Lérez quando este se lança na Ria de Pontevedra.
Alcançada a margem norte entras na rua da Santinha, que se continua por um carreiro ao longo e de todo vale do rio da Granda, percorrendo no início as áreas palustres da Xunqueira de Alba e obrigando-te a molhares os pés nos troços atolados do Castrado e Pozo Negro.
Mas depressa chegarás a San Mauro, onde poderás fazer uma pausa junto à fonte. A partir daqui o caminho é geralmente largo e de piso fácil, mas liberto de trafego e embalado numa paz conventual. Começarão a surgir cruzeiros de cantaria lavrada, alguns preciosamente esculpidos, que provarão estares no caminho certo para Santiago. E acabarás por voltar de novo à N550, para dela saíres e tornar a entrar, várias vezes, até à povoação de Tivo, onde tens uma boa fonte à tua espera. E não vale a pena parar muito tempo, que estás a um quarto de hora do fim da jornada.
Vais entravar em Caldas de Reis pela Igreja de Santa Maria, directo à ponte do Umia, local de eleição desta cidade termal. Aqui se concentram algumas unidades hoteleiras antigas, reminiscências de uma actividade termal florescente e onde poderás encontrar alojamento enquanto não estiver disponível o Albergue de Peregrinos.

Terás ainda tempo de conhecer a cidade, que é pequena. Tira uns momentos de descontracção tentando molhar os pés cansados na água quente da Fonte das Burgas Esta última jornada é curta e fácil. Contudo se quiseres chegar a tempo de assistires à Missa do Peregrino na Catedral, ao meio-dia, aconselho-te a saíres antes da sete da manhã.
Deixas a cidade dirigindo-te para norte até à Colegiade de Santa Maria de Iria Flavia, sede episcopal antes da sua transferência para Santiago de Compostela. Curiosamente, associa-se a este local os dois maiores expoentes das letras galegas - a poetisa Rosália de Castro, aqui sepultada e o Nobel Camillo José Cela aqui nascido junto à basílica.
Passada Iria Flavia segues mais uma vez a N550, ao longo de um quilómetro saindo depois para poente para percorreres o curioso enfiamento de aldeias - Romaris, Rueiro, Cambelas, Anteportas, Tarrío e Vilar - até chegares, de novo, junto à N550, ao magnífico Santuário da Nosa Señora da Escravitute.
A partir daqui, por estradões e atalhos chegas à pequena povoação de Angueira de Suso e desce novamente a N550 para percorreres a sua berma durante cerca de um quilómetro. É a última vez que encontras esta via na tua Peregrinação.
É em Faramello que deixas a estrada, a pouca distância do Albergue de Teo, que poderia ter sido também uma boa alternativa ao de Padrón. Sais à esquerda para a Rua de Francos, atravessas num pontão a linha ferra e por um caminho variado, ora arilo, ora frondoso, sentirás progressivamente a aproximação de um a grande cidade, primeiro na diluição dos subúrbios, depois na descaracterização da periferia.
E assim chegas a Milladoiro, arrabalde urbano de Santiago e local escolhido por muitos peregrinos para concluir a penúltima jornada, a fim de poderem, no dia seguinte, entrar cedo na Catedral. Daqui sobes ao Agro dos Monteiros, de onde desfrutas, se o dia não estiver encoberto, uma boa panorâmica da cidade. É um local de referência do Caminho por ser aqui, que, pela primeira vez, consegues ver as torres da Catedral. Terás ainda que descer a encosta para passar a linha férrea (cuidado!) e o rio Sar e entras, na cidade, pela árdua subida da Choupana. Depois, as Avenidas Rosália de Castro e Juan Carlos I, e estás na Alameda da Ferradura, onde fica a porta Faxeira, entrada tradicional do Caminho Português na cidade velha. E no apertado labirinto de uma malha medieval também não há razão para engano. A Rua de Franco conduz-te directamente à praça do Obradoiro e à Catedral, onde agradecerás ao Apóstolos.
A História do Caminho de Santiago de Compostela
No mês de Julho muitos peregrinos, místicos e terapeutas de índole cristã percorrem o caminho de Santiago de Compostela em busca do auto-conhecimento, da purificação e da paz interior, repetindo uma tradição de quase dez séculos de existência. Por esse caminho passaram reis, nobres, guerreiros, sábios e ignorantes.Muitos são levados a percorrer o caminho em busca do cumprimento de uma penitência e outros por prestígio, pois no final da peregrinação recebe-se um certificado, antigo costume que ainda hoje se mantém.
Conta a lenda que em 813 um pastor eremita observou luzes na floresta daquela região da Espanha. Ele informou ao bispo chamado Teodomiro, que providenciou as escavações, nas quais foram encontrados os restos mortais e a lápide de Tiago, discípulo de Jesus, o qual foi decapitado em 44 d.C. na Palestina. Seus discípulos levaram-no de barco ao porto de Jaffa, e depois de navegarem sete dias à deriva chegaram às praias galegas. Seguiram em carro de boi por uma estrada pela qual, depois de percorridos 32 km, os bois recusaram-se a continuar. Era o Bosque de Libredón, em Espanha, local de sua última peregrinação. Teodomiro anunciou a descoberta ao Rei Afonso II, que proclamou Tiago como o padroeiro de seu reino.Escritos medievais confirmam o aparecimento de uma luz ou de uma estrela, o que os inspirou a darem ao lugar o nome de "Campo da Estrela", firmando assim o nome Compostela. No século XII o padre francês Américo Picaud escreveu cinco livros contando a história da vida do apóstolo, e os caminhos que o levaram a Santiago. Naquela época o lugar foi considerado santo pela Igreja Católica. Já em 1962, a Espanha declarou o caminho de Santiago património histórico e artístico do país, pois nele existem igrejas e monumentos do século X.Desde a década de oitenta muitos místicos, magos e terapeutas fazem deste caminho um circuito de autoconhecimento, em busca de paz interior. Os peregrinos são facilmente identificados: usam um cajado para lhes servir de apoio nos trechos mais difíceis ou para se defenderem dos lobos e trapaceiros que estão no caminho, uma capa curta para protegê-los do sol e da chuva, chapéu de abas largas, uma bolsa de couro e uma caixa de primeiros socorros.
A tradição pede que os andarilhos enfeitem as mochilas com conchas, pois são o símbolo do peregrino, uma espécie de símbolo do "santiaguista". Carregam também uma pequena cruz em forma de espada, a protecção de São Tiago Mata-Mouros. Lembrando outra lenda, em maio de 844 um príncipe venceu os mouros com a ajuda milagrosa de Santiago.
Existe ainda outra tradição: o Papa Alexandre III estabeleceu que seriam considerados anos santos compostelanos aqueles em que o dia 25 de julho, dia de São Tiago, calhasse num domingo. A popularidade do caminho de Compostela é tão grande em todo o mundo, que em vários países existem grupos de peregrinos que se reúnem para tirar suas dúvidas, e contam com o apoio da Federação de Associações de Amigos do Caminho de Santiago de Compostela, sediada na Espanha. A melhor época para se fazer a peregrinação são os meses de abril e outubro.


Fonte: http://trilhosdolobo.blogspot.com/2009/06/barcelos-santiago-de-compostela.html

EFEITO ESTUFA E O AQUECIMENTO GLOBAL - 17Jun2009 03:49:00

Algo de que se tem ouvido falar bastante nos últimos tempos é o efeito estufa e como isto se reflecte no aquecimento global do planeta.
Antes de mais nada é necessário compreender o que é este efeito e como é que ele surge.
O Sol emite continuamente radiações solares. Estas radiações são em parte absorvidas pela atmosfera sendo o restante reflectido para o espaço. Ao existir uma grande quantidade de gases emitidos para a atmosfera, como o dióxido de carbono resultante da combustão em larga escala em unidades industriais, estes vão fazer com que a quantidade de radiação emitida para o espaço seja menor e como tal se acumulem na superfície aumentado a temperatura do planeta a nível geral. Estes gases, de uma forma simplificada, como que formam uma camada que evitam que estas radiações sejam reflectidas para o espaço. É chamado efeito estufa por ser semelhante ao efeito produzido por uma estufa para aquecer o ambiente no interior da mesma.
No entanto há que ter em atenção um pequeno detalhe. As radiações solares por si só não aqueceriam o planeta à temperatura que tem hoje. A presença de carbono na atmosfera é necessária para que parte da radiação solar seja reflectida para a superfície e assim a aqueça. O problema surge quando existe carbono em demasiada quantidade e assim a quantidade de radiação solar reflectida para a superfície é maior e a radiação que é libertada para o espaço é menor. Isto provoca um aumento da temperatura terrestre. Isto poderá ter consequências como o aumento do nível da água do mar, devido ao degelo de grandes massas de água e a desertificação de determinadas áreas.


Fonte: http://trilhosdolobo.blogspot.com/2009/06/efeito-estufa-e-o-aquecimento-global.html

CURSO DE FOTOGRAFIA DE AVES - 07Jun2009 05:00:00

No fim-de-semana de 20 e 21 de Junho de 2009, a Birds & Nature Tours organiza, em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), um Curso de Fotografia de Aves / Iniciação ao Digiscoping. A parte prática do curso decorre na Reserva Natural do Estuário do Tejo (RNET), decorrendo a parte teórica no Hotel Al Foz, em Alcochete. O número limite de participantes é 20.

Com o advento das máquinas fotográficas digitais, abriram-se novas possibilidades na área da fotografia de natureza e, especificamente, das aves selvagens. Entre estas possibilidades, a técnica do digiscoping permite obter resultados muito interessantes.

Melro-azul (Monticola solitarius) fotografado com método Digiscoping
Foto: macho de Melro-azul (Monticola solitarius) com osga no bico,
fotografado com técnica Digiscoping.
Autor: Faísca (reproduzida com permissão do autor).

A inscrição custa 70? (120? para duas pessoas) e inclui acompanhamento técnico permanente do formador, manual do curso, certificado de participação, utilização de binóculos, telescópios, guias de identificação de aves e seguro de acidentes pessoais.

Se pretender alojamento, a Birds & Nature pode prestar informações sobre os preços especiais obtidos, para este evento, na unidade hoteleira onde decorre a parte teórica. Para se inscrever ou saber mais informações, contacte a Birds & Nature (tel: 913 299 990, e-mail: booking@birds.pt).



Fonte: http://trilhosdolobo.blogspot.com/2009/06/curso-de-fotografia-de-aves.html

TAÇA DE PORTUGAL TRIAL BIKE EM BARCELOS-BARCELINHOS - 06Jun2009 22:05:00

O Mono & BikeTrial é um desporto cujo objectivo é ultrapassar obstáculos, quer naturais quer artificiais. Existem duas situações de Mono & BikeTrial, em que os atletas têm objectivos diferentes http://roosters.blogtok.com


Rochas, troncos, e outras formações naturais, apresentam um dos maiores desafios que um praticante do BikeTrial pode enfrentar. Nunca são planos, às vezes encontram-se soltos, húmidos, escorregadios, e devido a essa imprevisibilidade é sempre complicado andar sobre eles. As rochas por exemplo, devido à sua distribuição, e aos ângulos que formam apresentam vários caminhos possíveis. Troncos caídos no chão dão um bom treino para saltos. Saltar por uma inclinação de terra acima é das coisas mais desgastantes no BikeTrial. Outra coisa importante é lembrar-se que em competição é importante ter este tipo de técnica em secções naturais. Mas se o seu objectivo não é competir, escolha os obstáculos que mais lhe interessarem.

Escadas, muros, passeios, bancos, e outros obstáculos que se encontram em todo o lado numa cidade, são excelentes locais para se andar de bike e fazer trial. Visto que o cimento, o asfalto e outras superfícies desse género são muito aderentes quando secas, pode aproveitar para, por exemplo, ganhar força e equílibrio a subir umas escadas, ou procurar uns bancos espaçados e treinar gaps. Nunca se esqueça é de respeitar as pessoas...







As mesas que se encontram em muitos parques e jardins, são excelentes para praticar muitas técnicas bastante úteis no BikeTrial, como por exemplo a utilizar a bashguard (protecção que as bikes têm a proteger o pedaleiro), a subir para a roda de trás e a fazer drops. Há várias aproximações possíveis à subida da mesa. Pode tentar pelo lado do banco, subindo a roda da frente primeiro e depois saltando até ao topo, pode tentar saltar a bike toda para o degrau e depois para a mesa, ou pode tentar um pedal kick e aterrar na roda traseira. As combinações são imensas. Para descer pode simplesmente andar para fora da mesa, subir para a roda de trás e fazer um drop mais elegante, um sidehop, ou se tiver mesmo inspirado um 360º.






Em competição

O objectivo é completar algumas secções (que são percursos) pontuando o mínimo possível. É atribuido 1 ponto quando se toca com qualquer parte do corpo ou com o guiador da bike em qualquer obstáculo, ou no chão. Um ponto é designado por Dab. O máximo de dab?s que se pode ter numa secção são 5, a partir daí pode é tentar acabar a pé... Normalmente repete-se as secções, por exemplo, fazendo-as no sentido inverso ao que se fez anteriormente. Tem-se também um limite de tempo para completar cada secção, mas isso depende do nível a que se está a competir.
As regras vão mudando com o tempo, e se quiser ter a certeza das regras actualizadas deverá consultar os sites da U.V.P/F.P.C. ou da UCI
Existem três categorias
A categoria Iniciados. As secções são as mais fáceis, visto que os obstáculos devem ser todos mais ou menos da altura de um degrau ou qualquer coisa assim. Para este nível deve-se ter alguma ideia de como fazer um bunnyhop, de como colocar as rodas da bike onde se quer.
Na categoria de Cadetes os obstáculos são mais altos, tem menos espaço, tem superfícies mais inclinadas e/ou escorregadias, e maiores drops. Para competir neste nível precisa de estar relativamente à vontade com quase todas as técnicas do BikeTrial.
Há ainda a categoria de Elite, também em bikes de roda 26??(Master), nesta categoria há secções que é dificil passar a pé! Tudo se torna mais alto, mais estreito, e mais inclinado, e convém que se tenha controlo total sobre a bike.

Fonte: http://trilhosdolobo.blogspot.com/2009/06/em-competicao-o-objectivo-e-completar.html