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Anedotas

Um tipo entrou numa farmácia e comprou um caixa com seis preservativos. Abriu a caixa e deitou três no caixote do lixo.
Espantado, o farmacêutico perguntou:
- Porque foi que o sr. fez uma coisa dessas?
- Estou a tentar largar o vício.

Precisa-se de matéria prima para construir um País | 19Out2009 00:20:38

Publicado por: Trilhos do Lobo

 


 

poderão ser vendidos como em outros países, isto é,

pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal


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Canibais no poema | 05Mar2009 21:00:00

Publicado por: ../..






Canibais no poema II

Comeram-me os olhos de cebolada
Agora que ceguei já vejo melhor
E isso foi só a entrada...
Vejo quem me olha na pior

Vejo quem não me sente
Filhos não são concerteza
E não estou demente
Banqueteado nesta mesa!

Do primeiro prato comeram
E lamberam-me o tacto
Pra que não sentisse de facto

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O natal é sempre que um H ... quiser | 03Mar2009 21:10:00

Publicado por: Trilhos do Lobo

Poesia de A. Gedeão

 

 

CEIA.jpg



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Lenda do Galo de Barcelos | 03Mar2009 20:50:00

Publicado por: Trilhos do Lobo






Em tempos que já lá vão,
Houve, em terras de Barcelos,
Crime de certa emoção
Que fez nessa ocasião
Arrepiar os cabelos !...

Andou o povo alarmado
E, de medo, nem dormia !...
Quem seria o desalmado
Que a tanto se atrevia ?...
A todos foi perguntado,
Mas ninguém, ninguém sabia !...

E um Juiz, para sossego
Desse povo espavorido,
Condena à forca um galego
Que lhe diz:

“Protesto e nego
Tal crime ter cometido;
Sou um pobre peregrino
Devoto de Sant’ Iago;
Compostela é o meu destino
Com esta fé que em mim trago.”

E a quem se achava presente,
O galeguito , coitado,

Jura encontrar-se inocente,
E ao ver a turba indiferente,
Diz então desesperado :

“Vedes esse galo assado
Que ali pôs a Providência ?...
( E aponta um cesto a seu lado )
Cantará alto e afinado
Antes de eu ser enforcado,
Provando a minha inocência !...

Que a morte , a mim , não me assusta;
Sei que um dia há-de chegar ;
E, no fundo, o que me custa
É essa sentença injusta
De morrer com falta de ar !...

E tudo riu a bom rir
Pelo insólito e inesperado,
Pois ninguém pensou ouvir
Coisa assim a um condenado

 


Patíbulo já preparado,
Eis que tocam as trombetas !...
Sobe à forca o desgraçado,
O galo estica as canetas
E desata a cantar tretas
Frente ao povo embasbacado !...

E perante o inaudito
A execução é suspensa !
Vem à forca o Juiz, aflito,
Revogar a tal sentença,
Dar o dito por não dito .

E o galego agradecia,
Comovido e com fervor,
Ao galo que lhe valia
E a Graça que recebia
Do seu Santo protector :

Sant’ Iago, eu bem sabia,
Santinho, que não deixavas
Que, por crime que outrem fazia,
Galego pagasse as favas !...

E arranca caminhos fora
Té Compostela vizinha,
Coração mais livre agora,
Mais livre que uma andorinha !...

Do milagre recebido
Não se esqueceu o Romeiro,
Que algum tempo decorrido
Erguia aqui um cruzeiro .

Cruzeiro que simboliza
O mundo de pesadelos
Que um “ Galego da Galiza “
Vivera cá em Barcelos !...
Em tempos que já lá vão,
Houve, em terras de Barcelos,
Crime de certa emoção
Que fez nessa ocasião
Arrepiar os cabelos !...

Andou o povo alarmado
E, de medo, nem dormia !...
Quem seria o desalmado
Que a tanto se atrevia ?...
A todos foi perguntado,
Mas ninguém, ninguém sabia !...

E um Juiz, para sossego
Desse povo espavorido,
Condena à forca um galego
Que lhe diz:

“Protesto e nego
Tal crime ter cometido;
Sou um pobre peregrino
Devoto de Sant’ Iago;
Compostela é o meu destino
Com esta fé que em mim trago.”

E a quem se achava presente,
O galeguito , coitado,

Jura encontrar-se inocente,
E ao ver a turba indiferente,
Diz então desesperado :

“Vedes esse galo assado
Que ali pôs a Providência ?...
( E aponta um cesto a seu lado )
Cantará alto e afinado
Antes de eu ser enforcado,
Provando a minha inocência !...

Que a morte , a mim , não me assusta;
Sei que um dia há-de chegar ;
E, no fundo, o que me custa
É essa sentença injusta
De morrer com falta de ar !...

E tudo riu a bom rir
Pelo insólito e inesperado,
Pois ninguém pensou ouvir
Coisa assim a um condenado

 


Patíbulo já preparado,
Eis que tocam as trombetas !...
Sobe à forca o desgraçado,
O galo estica as canetas
E desata a cantar tretas
Frente ao povo embasbacado !...

E perante o inaudito
A execução é suspensa !
Vem à forca o Juiz, aflito,
Revogar a tal sentença,
Dar o dito por não dito .

E o galego agradecia,
Comovido e com fervor,
Ao galo que lhe valia
E a Graça que recebia
Do seu Santo protector :

Sant’ Iago, eu bem sabia,
Santinho, que não deixavas
Que, por crime que outrem fazia,
Galego pagasse as favas !...

E arranca caminhos fora
Té Compostela vizinha,
Coração mais livre agora,
Mais livre que uma andorinha !...

Do milagre recebido
Não se esqueceu o Romeiro,
Que algum tempo decorrido
Erguia aqui um cruzeiro .

Cruzeiro que simboliza
O mundo de pesadelos
Que um “ Galego da Galiza “
Vivera cá em Barcelos !...



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